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Câncer do aparelho digestivo:
onde a cirurgia entra no tratamento

Cirurgião do aparelho digestivo com atuação em oncologia cirúrgica, o Dr. Marcel Autran avalia e opera tumores de fígado, pâncreas e vias biliares em São Paulo.

O tratamento do câncer do aparelho digestivo raramente depende de um só médico. O cirurgião trabalha ao lado do oncologista clínico, do radiologista e do patologista, e é dessa conversa que sai a ordem das etapas: operar primeiro, fazer quimioterapia antes ou seguir outro caminho.

Dr. Marcel Autran Cesar Machado · Médico · CRM-SP 70.330 · RQE 95617 (Cirurgia do Aparelho Digestivo) · RQE 956171 (área de atuação: Cirurgia Videolaparoscópica)
Foto de abordagem multidisciplinar

Qual o papel do cirurgião no tratamento do câncer do aparelho digestivo?

O cirurgião do aparelho digestivo avalia se o tumor pode ser retirado, opera quando há indicação e encaminha o caso ao oncologista clínico quando o momento é de quimioterapia. Quem indica e conduz a quimioterapia, antes ou depois da cirurgia, é o oncologista clínico. As duas decisões são tomadas juntas, no mesmo planejamento.

Na prática do Dr. Marcel Autran, essa divisão aparece logo na primeira consulta. É comum o paciente chegar ouvindo que não há o que fazer, quando o quadro, na verdade, não é cirúrgico naquele momento. São coisas diferentes. Em parte dos casos, a quimioterapia vem antes e a cirurgia é reavaliada depois; em outros, o acompanhamento com o oncologista é o caminho mais adequado.

A definição de que um tumor pode ou não ser operado depende também da experiência de quem avalia e da estrutura do hospital. Por isso, as cirurgias de alta complexidade são feitas nos hospitais em que ele integra o corpo clínico: Sírio-Libanês, Nove de Julho, Oswaldo Cruz e Albert Einstein.

Tumores em que o Dr. Marcel Autran atua

O foco está no fígado, no pâncreas e nas vias biliares, incluindo os casos de câncer de intestino que chegam com metástase no fígado.

Câncer de fígado

Colangiocarcinoma, tumor de Klatskin, metástases e carcinoma hepatocelular: como é a avaliação para cirurgia.

Câncer de pâncreas

Tumores da cabeça do pâncreas, da papila e do duodeno, e o que muda quando o tumor encosta na veia.

Oncologia e cirurgia

Quem conduz a quimioterapia e em que momento o cirurgião do aparelho digestivo entra no tratamento.

Cirurgias ligadas ao tratamento do câncer

Cada tumor leva a uma cirurgia diferente, e cada uma tem página própria com indicação e forma de realização.

Cirurgias de pâncreas

Duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple), com preservação do estômago como padrão, e cirurgias do corpo e da cauda do pâncreas.

Cirurgias de vias biliares

Inclui os tumores dos canais da bile, como o colangiocarcinoma e o tumor de Klatskin.

Cirurgia robótica

Laparoscopia assistida por robô, usada em casos selecionados de fígado, pâncreas e vias biliares.

Como é a avaliação do caso

1. O que você já ouviu

A conversa começa pelo que outros médicos já disseram sobre a doença.

2. Laudos e exames

Laudos, exames de imagem, exames laboratoriais e histórico são revistos um a um. Se faltar informação, entram exames complementares, que muitas vezes podem ser feitos no Hospital Sírio-Libanês, do outro lado da rua.

3. O desenho

Antes de falar em conduta, a anatomia e a cirurgia possível são desenhadas a lápis. A maioria dos pacientes leva o desenho para casa.

4. O plano

Havendo indicação cirúrgica, o planejamento considera o tipo e a localização do tumor, a extensão da cirurgia, as condições clínicas e a possibilidade de cirurgia robótica.

Perguntas frequentes sobre câncer do aparelho digestivo

Não. O cirurgião do aparelho digestivo avalia e realiza a cirurgia. A quimioterapia é indicada e conduzida pelo oncologista clínico, que pode propor o tratamento antes da operação, para reduzir o tumor, ou depois dela. As duas especialidades definem juntas a sequência de cada caso.

Significa que a cirurgia não é indicada naquele momento, o que é diferente de não haver tratamento. Em parte dos casos, a quimioterapia vem primeiro e o tumor é reavaliado depois. A reavaliação não garante indicação cirúrgica, mas permite rever o plano com os exames atualizados.

Em casos selecionados, sim. Quando o câncer de intestino chega com metástase no fígado, as duas cirurgias podem ser feitas no mesmo tempo cirúrgico, o que se chama cirurgia sincrônica. A indicação depende do número e da localização das lesões e das condições clínicas do paciente.

A maioria dos pacientes chega com o diagnóstico já feito, encaminhada por oncologistas, gastroenterologistas e cirurgiões de outras cidades, ou por indicação de quem já foi operado. O paciente também pode agendar diretamente, levando laudos e exames para a consulta.

Quanto antes avaliarmos, melhor o planejamento.

Dr. Marcel Autran Cesar Machado · MÉDICO · CRM-SP 70.330 · RQE 95617 (Cirurgia do Aparelho Digestivo) · RQE 956171 (área de atuação: Cirurgia Videolaparoscópica)

Conteúdo informativo. Não substitui a consulta médica.