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Oncologia Cirúrgica:
tratamento cirúrgico do câncer digestivo

A oncologia cirúrgica do aparelho digestivo trata tumores que acometem órgãos como fígado, pâncreas, vias biliares, estômago, intestino, cólon e reto. São doenças que, muitas vezes, exigem decisões complexas, integração entre diferentes especialidades e uma avaliação cuidadosa sobre o melhor momento para operar.

O Dr. Marcel Autran atua no tratamento cirúrgico de tumores digestivos, com experiência em ressecções hepáticas, cirurgias pancreáticas, duodenopancreatectomia, também conhecida como cirurgia de Whipple, gastrectomias e cirurgias colorretais entre outras. 

A definição da conduta considera o tipo de tumor, o estágio da doença, os exames de imagem, as condições clínicas do paciente e a possibilidade de tratamento combinado com oncologia clínica, radioterapia ou outras abordagens.

Foto de oncologia cirúrgica

Tumores tratados cirurgicamente

O tratamento cirúrgico do câncer digestivo depende da localização do tumor, da extensão da doença e da possibilidade de ressecção com segurança. Em alguns casos, a cirurgia é o tratamento principal. Em outros, pode ser realizada após quimioterapia, radioterapia ou outras terapias.
Foto cirurgia colorretal

Câncer Colorretal

Tratamento cirúrgico de tumores de cólon e reto, com planejamento conforme localização, estágio e necessidade de terapias combinadas.

Abordagem multidisciplinar em oncologia

O tratamento do câncer digestivo raramente depende de uma decisão isolada. Em muitos casos, o cirurgião atua em conjunto com oncologistas clínicos, radioterapeutas, endoscopistas, radiologistas, patologistas e outros profissionais envolvidos no cuidado.

Essa integração ajuda a definir se a cirurgia deve ser feita logo após o diagnóstico ou se o paciente pode se beneficiar de tratamento antes do procedimento. A sequência correta pode fazer diferença, especialmente em tumores de pâncreas, reto, estômago, fígado e vias biliares.

Foto de abordagem multidisciplinar

Cirurgia robótica no tratamento do câncer

A cirurgia robótica é utilizada corriqueiramente pela nossa equipe no tratamento de tumores do aparelho digestivo. Em cirurgias hepáticas, pancreáticas, colorretais, gástricas e biliares, a tecnologia pode auxiliar na dissecção, na reconstrução e no controle anatômico.

A indicação, porém, não depende apenas da disponibilidade do robô. O mais importante é avaliar se a abordagem robótica oferece segurança e benefício real para cada caso. Em oncologia, a prioridade continua sendo retirar a doença de forma adequada, respeitando critérios técnicos, margens cirúrgicas e o planejamento do tratamento.

Quando procurar um cirurgião?

O cirurgião deve ser procurado desde o diagnóstico ou mesmo durante a investigação de uma lesão suspeita. A avaliação precoce permite entender se há possibilidade de cirurgia, quais exames ainda são necessários e qual sequência de tratamento faz mais sentido.

Em tumores digestivos, esperar a cirurgia “já estar definida” pode atrasar decisões importantes. O cirurgião participa do planejamento desde o começo, ajudando a avaliar ressecabilidade, o momento ideal de operar, riscos, necessidade de tratamento pré-operatório e possibilidade de abordagem minimamente invasiva (robótica).

Foto do Dr. Marcel Autran

Perguntas frequentes sobre cirurgia oncológica

O oncologista clínico conduz tratamentos como quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo e outras medicações contra o câncer. O cirurgião realiza o tratamento cirúrgico dos tumores, definindo quando a cirurgia é indicada e qual abordagem pode ser mais adequada.

Não. A indicação depende do tipo de tumor, do estágio da doença, da presença de metástases, das condições clínicas do paciente e da possibilidade de ressecção segura. Alguns casos exigem tratamento antes da cirurgia, enquanto outros podem não ter indicação cirúrgica.

Sim. O robô nada mais é que uma maneira de realizar um procedimento cirúrgico de modo minimamente invasivo. Uma vez indicada a cirurgia, o uso do robô pode reduzir o sangramento, reduzir a dor pós-operatória e o tempo de internação com o mesmo resultado oncológico. A decisão de usar o robô depende da avaliação individual, da localização do tumor e da segurança oncológica do procedimento.