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Cirurgias de fígado, pâncreas e vias biliares

Cirurgia hepatobiliopancreática em São Paulo, com o Dr. Marcel Autran, cirurgião do aparelho digestivo com certificação em cirurgia robótica desde 2008.

Fígado, pâncreas e vias biliares formam a região em que o Dr. Marcel Autran concentra a prática cirúrgica, o que a medicina chama de cirurgia hepatobiliopancreática. Os casos que mais chegam ao consultório são tumores periampulares, que envolvem a cabeça do pâncreas, a papila, o duodeno e o canal da bile; tumores do fígado, primários ou metástases; e o colangiocarcinoma, tumor que nasce nos canais da bile.

A tese que orienta essa prática foi publicada por ele em 2024: aumentar a complexidade das cirurgias, diminuindo as complicações.

Dr. Marcel Autran Cesar Machado · Médico · CRM-SP 70.330 · RQE 95617 (Cirurgia do Aparelho Digestivo) · RQE 956171 (área de atuação: Cirurgia Videolaparoscópica)
Foto Hepatectomia

Cirurgia de pâncreas e de fígado é arriscada?

A cirurgia de pâncreas e de fígado tem alta morbimortalidade, ou seja, risco relevante de complicações. Esse risco muda de um caso para outro: depende do tipo e da localização da lesão, das condições clínicas do paciente, da experiência de quem opera e da estrutura do hospital. O planejamento individualizado existe para reduzi-lo.

Por esse motivo, as operações são feitas apenas em hospitais com retaguarda para alta complexidade, nos quais o Dr. Marcel Autran integra o corpo clínico: Sírio-Libanês, Nove de Julho, Oswaldo Cruz e Albert Einstein. Em cirurgia desse porte, o ambiente hospitalar faz parte da segurança do tratamento.

Cirurgias de pâncreas, vias biliares e fígado

Pâncreas e vias biliares têm página própria. As cirurgias de fígado, como a hepatectomia parcial (retirada da parte do fígado onde está o tumor, preservando o restante do órgão), e as cirurgias sincrônicas, em que cólon e fígado são operados no mesmo tempo cirúrgico, são discutidas na consulta a partir dos exames de cada paciente.

Doenças que levam a essas cirurgias

Quase todo paciente chega com o diagnóstico feito por outro médico. As páginas abaixo explicam cada doença e o momento em que a cirurgia entra no tratamento.

Câncer de pâncreas

Quando o tumor pode ser operado e como a avaliação é feita.

Câncer de fígado

Colangiocarcinoma, metástases e a avaliação para cirurgia.

Câncer do aparelho digestivo

Onde a cirurgia entra, em conjunto com o oncologista clínico.

O que é cirurgia do aparelho digestivo

O que a especialidade trata e quando o cirurgião é chamado.

Como é a avaliação do caso

1. O que o paciente já ouviu

A conversa começa pelo que outros médicos já disseram. É comum o paciente chegar ouvindo que não há o que fazer, quando o quadro não é cirúrgico naquele momento. São coisas diferentes, e a consulta separa uma da outra.

2. Laudos e exames

Laudos, exames de imagem, exames laboratoriais e histórico são revistos um a um. Se faltar informação, entram exames complementares, que muitas vezes podem ser feitos no Hospital Sírio-Libanês, em frente ao consultório.

3. O desenho

Antes de falar em conduta, a anatomia e a cirurgia possível são desenhadas a lápis. A maioria dos pacientes leva o desenho para casa.

4. O plano

Havendo indicação cirúrgica, o planejamento considera o tipo e a localização da lesão, a extensão do procedimento, as condições clínicas do paciente e a possibilidade de cirurgia robótica.

Perguntas frequentes sobre cirurgias de fígado, pâncreas e vias biliares

Não. A cirurgia robótica, uma laparoscopia assistida por robô, é indicada em casos selecionados, e em parte dos pacientes a via aberta é o caminho mais adequado. A escolha depende do tipo e da localização da lesão, da extensão da cirurgia e das condições clínicas, e é definida na avaliação do caso.

Sim. O consultório recebe pacientes de outros estados e de países da América Latina. Para quem vem de fora, reunir laudos, exames de imagem e exames laboratoriais antes da viagem ajuda a aproveitar a consulta, e exames complementares muitas vezes podem ser feitos no Hospital Sírio-Libanês, em frente ao consultório.

Todos os laudos, os exames de imagem, os exames laboratoriais recentes e os relatórios dos médicos que já acompanharam o caso. É a partir desse material que a avaliação separa o que tem indicação cirúrgica do que pede outro tratamento antes.

Sim, nos casos de câncer. O oncologista clínico indica e conduz a quimioterapia, e as duas especialidades definem juntas a sequência de cada caso. Em parte dos pacientes, a quimioterapia vem antes e a cirurgia é reavaliada depois; em outros, a cirurgia é o primeiro passo.

Quanto antes avaliarmos, melhor o planejamento.

Dr. Marcel Autran Cesar Machado · MÉDICO · CRM-SP 70.330 · RQE 95617 (Cirurgia do Aparelho Digestivo) · RQE 956171 (área de atuação: Cirurgia Videolaparoscópica)

Conteúdo informativo. Não substitui a consulta médica.